Neuroanatomista, docente da faculdade de Medicina Veterinária da USP há 43 anos, Irvênia estimulou debates no meio acadêmico ao afirmar que, segundo suas pesquisas, os animais têm "alma".

A médica, entretanto, nunca se referiu ao sentido religioso de alma, mas à expressão latina "animus", que quer dizer mente, psique. Estudando o cérebro de humanos e animais, Irvênia concluiu que ambos têm modelos iguais, ou seja, não há diferenças qualitativas entre eles, apenas quantitativas no sentindo de que algumas partes são mais desenvolvidas em uns do que em outros.

As discussões, que trazem à tona a sensibilidade e a capacidade de raciocínio dos animais, provocam impacto principalmente no que se refere ao uso destes em experimentos científicos. Essas descobertas da neuroanatomista resultaram no livro “A Alma dos Animais".

Antes de começar a assistir o filme, dê o play e em seguida dê o pause. Aguarde alguns minutos para o vídeo carregar um pouco.